E agora, Pinóquio? Vai ficar por isso mesmo?!
Em agosto o São Paulo Futebol Clube entrou com uma representação na CBF contra a atuação da arbitragem naquele trágico jogo contra o Coritiba, ocasião que perdemos por 2x1 em casa. A referida representação foi impulsionada pela marcação de um pênalti sofrido pelo Rildo. Pois bem... naquela altura critiquei bastante tal atitude por três motivos:
1) o pênalti gerador de toda insatisfação naquela partida foi um lance isolado e passível, sim, de marcação. Na minha opinião o juiz marcou corretamente. Foi um pênalti extramente infantil e vocês se lembram de quem estava envolvido nele? O Sr. Bruno, uma das muitas bombas desse elenco e um dos jogadores mais burros e animais do time;
2) a representação, ilegítima, mandou uma mensagem muito clara para o Sr. Bruno: ele estava apto a fazer das suas que seria acobertado pela diretoria, de quem, inicialmente, parte o papel da cobrança sobre os jogadores;
3) por fim, a atitude passional e impensada do Sr. Pinotti, que encabeçou a representação, para quem recebe, soava como verdadeira piada e simplesmente interpretada como "choro de perdedor". A representação NÃO era legítima e foi fruto de um lance que sequer era unânime (ou alguém aqui acha que aquele bracinho esticado do maldito do Bruno é um "movimento natural"?). Portanto, reclamar por reclamar perde-se totalmente sua credibilidade.
Dito isso, não consigo lembrar simplesmente puxando pela memória um jogo em que a arbitragem tenha sido mais desastrosa do que hoje. Na verdade, desastrosa é elogio e envolvendo, coincidentemente ou não, o time, reconhecidamente, mas favorecido pelos homens do apito. Mas e agora? Vai ficar por isso mesmo?!
Infelizmente acho que o vendedor de cosméticos queimou uma carta e queimou um pouco da credibilidade, da legitimidade de reclamar, do São Paulo quando protocolou uma representação totalmente equivocada. Mas só sei que ficar quieto depois desse assalto é que não pode. O árbitro influenciou no resultado final da partida com erros inaceitáveis, inclusive com um que pode ser caracterizado como "desconhecimento da regra", que, teoricamente, ensejaria inclusive a anulação da partida. Na boa... bola recuada CLARAMENTE de FORMA DELIBERADA e o goleirão pegando de mão?!?!?!?! Talvez seja até mais gritante do que o gol tricolor absurdamente anulado, pois é, de fato, desconhecimento de regra (será?) ou... puramente má intenção.
Vergonhoso! Um absurdo!
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