Brasileiro ajuda time do coração e compra cada vez menos camisas piratas, aponta estudo

Brasileiro ajuda time do coração e compra cada vez menos camisas piratas, aponta estudo

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Levantamento revela conscientização dos brasileiros amantes do futebol
Do R7

A pirataria é um problema muito sério no Brasil. Além de prejuízos aos fabricantes donos das marcas, impostos não são recolhidos com ela, e o lucro dos produtos pirateado muitas vezes encobre outros crimes, como a lavagem de dinheiro. Todavia, pelo menos no futebol, a situação parece estar mudando, e para melhor no que diz respeito ao tema.

Nos últimos dois anos, houve uma queda de 7% entre os torcedores que compram produtos piratas do seu time do coração e os que preferem adquirir apenas itens oficiais. É o que revela um estudo da Stochos Sports & Entertainment, empresa especializada em gestão e marketing esportivo no Brasil.

O levantamento, que leva em conta o período entre março de 2011 e março de 2013, aponta que 77% dos entrevistados compra apenas uniformes oficiais das equipes para as quais torcem, contra 23% que nega gastar com os originais, dando preferencia aos produtos pirateados das agremiações.

Com gestões mais profissionais e com o foco cada vez mais voltado ao seu torcedor que é associado e consome a sua paixão, os principais times brasileiros vêm obtendo receitas recordes nos últimos anos. O montante entre os principais 20 clubes brasileiros já ultrapassa os R$ 3 bilhões, segundo uma recente análise realizada pelo consultor Amir Somoggi, atuante na área.

De acordo com o sócio-diretor da Stochos Sports & Entertainment, César Gualdani, é justamente essa postura mais atenta e próxima aos torcedores que vem propiciando a conscientização e, por consequência, o consumo de produtos oficiais, os quais ajudam na arrecadação dos times.

Com mais itens oficiais no mercado, mais exposição de patrocinadores e parceiros é viabilizada, o que ajuda o clube no momento de renovar vínculos, o que por vezes significa um aumento em relação ao acordo anterior.

Na Europa, a legislação é rigorosa em relação à pirataria, com direito a grupos de agentes da Uefa presentes e ativos para coibir a prática durante competições chanceladas pela entidade do futebol no Velho Continente. Além disso, os custos de produção e os riscos que o comércio de itens pirateados de clubes por lá inibe a venda em larga escala.

Assim como na Europa, nos Estados Unidos a preferência por produtos oficiais também já está consolidada, uma vez que, mais do que ajudar o time, o torcedor que evita itens pirateados também mantém o “status” dado a quem utiliza produtos exclusivos e oficiais das equipes.

O Brasil caminha em direção ao que se vê no mundo esportivo internacional. Os clubes e a economia formal agradecem.

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