Visão do Tricolor por Guilherme Palenzuela, publicada na edição desta segunda-feira (11/3)
Há um ano, na mesma primeira fase do Paulistão, no mesmo Morumbi, o São Paulo recebeu um outro rival em partida semelhante à de ontem. O mesmo Rodrigo Caio foi destaque na lateral, mas o implacável Lucas, de quem ainda a equipe é refém, foi o diferencial que não há mais.
Em 2012, o então técnico Emerson Leão tirou o paraguaio Ivan Piris do time e improvisou Rodrigo Caio na lateral. A tarefa era parar Neymar, algo que ele conseguiu cumprir com maestria até ser expulso, no início do segundo tempo. Ontem, novamente improvisado na posição, em mais um clássico, repetiu o desempenho. Do Tricolor, foi o melhor do Choque-Rei.
Para a partida, Ney Franco decidiu poupar Jadson e Osvaldo, que são os destaques do time em 2013. Sem eles, em compensação, pouco se produziu. No lugar do camisa 10 entrou Ganso, que novamente não rendeu. Maicon, segundo volante ontem, era o procurado em vez do Maestro, que não consegue assumir o mesmo papel de Jadson.
A dupla que costuma comandar o São Paulo só saiu do banco de reservas após a expulsão de Lúcio, que agrediu Valdivia. Contra o Santos, há um ano, bastou Lucas para resolver o clássico com um a menos. Em 2013, não há Lucas e os mais de R$ 100 milhões recebidos pela venda não trouxeram um substituto à altura.
Com o empate e a fraca atuação, o time viaja à Argentina em situação mais incômoda. Pouco descanso, e nenhum ajuste na equipe.
A surpresa e a falta de opções
Fonte Lancenet
11 de Março de 2013
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