Josué confirma proposta do Atlético-MG: ‘Contato aconteceu’

Em entrevista exclusiva ao FOX Sports Rádio desta segunda (21), volante do Wolfsburg revelou negociação com o Galo

Fonte FOX Sports
Josué foi contratado pelo Wolfsburg em 2007 e projeta volta ao futebol brasileiro; provável retorno deve acontecer em junho (Getty Images)

O volante Josué, atualmente no Wolfsburg, da Alemanha, confirmou que o Atlético-MG entrou em contato com o clube para contar com os serviços do jogador. O brasileiro foi contratado pelo time alemão em 2007, após passagens de sucesso no Goiás e, principalmente, no São Paulo, onde foi bicampeão brasileiro, campeão paulista, campeão da Libertadores e do mundo. Em entrevista exclusiva e ao vivo ao FOX Sports Rádio, Josué, porém, disse acreditar que um retorno ao Brasil antes de junho, quando seu contrato com o Wolfsburg se encerra, é “quase impossível”.
“O contato [do Atlético-MG] realmente aconteceu”, confirmou o volante. “Eu tenho contrato com o Wolfsburg até junho. Existe uma dificuldade para acertar entre ambas as partes. Uma dificuldade muito grande, quase impossível, seria uma volta imediata. A gente trabalha com uma volta ao Brasil no meio do ano”.
Josué também declarou que o São Paulo “deixa as portas abertas” para um possível retorno do jogador, e reafirmou que o Galo trouxe uma proposta para negociar com o jogador. “O Atlético-MG veio com algo mais concreto. Chegamos a negociar até valores”.
Além de falar sobre um possível retorno ao futebol brasileiro, Josué também falou sobre sua vida na Alemanha, sobre a possibilidade de defender a Seleção Brasileira, o futebol alemão e sobre a Copa do Mundo de 2010. Confira as principais declarações do volante do Wolfsburg:
“Retornar ao Brasil, eu deixei bem claro desde que deixei o país, era a minha vontade. Não seria uma coisa muito fácil [defender a Seleção]. Já tenho 34 anos e existe uma reformulação. E a safra é muito boa. Mas claro que vontade a gente tem. Tem que dar continuidade ao trabalho e a convocação é uma consequência.”
“Tive contato com o São Paulo, com o Milton Cruz. O São Paulo me deixa de portas abertas para um retorno.”
“Fui conversar com o diretor do Wolfsburg sobre uma possibilidade de renovação, mas eu deixei claro que pretendo fazer um contrato de dois anos, por garantia. Então fazer um contrato aqui e voltar para o Brasil com 35 anos não seria algo muito legal. Existe uma pequena possibilidade de renovação aqui e também o contato com outras equipes do Brasil.”
“Na chegada aqui você se assusta. É muito frio. Aqui você joga com neve, é um futebol rápido, é um futebol que na maioria das vezes tem o campo molhado. Tem muito contato, muito duelo. Não tem aquele jogo, como no Brasil, em que você cadencia. Aqui quando você faz 2 a 0, tem que fazer o terceiro. É um jogo ‘lá e cá’. Quando eu cheguei aqui, tinha muitos brasileiros, mas hoje o número está reduzido.”
“Aqui, quando a pessoa chega, existe uma dificuldade muito grande com o idioma. Hoje eu consigo me virar bem. Quando eu cheguei aqui, vivi muitas situações, sem saber falar muitas coisas.”
“O Bayern [de Munique] é a equipe que mais investe no futebol alemão. É um time grande e tem uma estrutura sensacional. A vinda do Neymar depende do projeto de vida dele. Para o futebol alemão, a chegada do Guardiola vai ser muito boa.”
“O Neymar, com o futebol que ele joga, se daria bem em qualquer lugar. Aqui ele encontraria uma pouco mais de dificuldade do que no Brasil, porque o futebol é mais duro, o juiz não marcar qualquer falta. Mas com o futebol que ele está jogando, iria muito bem.”
“O Wolfsburg, no começo do campeonato, teve dificuldade. Houve a demissão do nosso treinador. Assumiu o treinador interino e conseguimos nos recuperar um pouco. Agora na janela de inverno chegou um treinador mais conhecido e voltamos a jogar no sábado, e vencemos.”
“Eu já joguei três vezes a Libertadores e conheço bem como é essa competição. Sem dúvida a vivência no futebol alemão dá uma experiência maior.”
“Eu tive a oportunidade de jogar contra ele aqui [Carlos Eduardo]. É um jogador que tem uma qualidade muito grande, se adaptou muito bem e tem tudo para dar certo aqui.”
“Foi o melhor time que joguei [São Paulo de 2005]. Não é fácil você conquistar o Paulista, a Libertadores e o Mundial, e no ano seguinte ganhar o Brasileiro, e depois ganhar o Brasileiro de novo.”
“Não é fácil ser treinador da Seleção Brasileira. Você nunca vai agradar todo mundo. Cada brasileiro tem os 11 titulares e os 22 convocados. E com o Dunga não seria diferente, mas não foi um trabalho ruim. Em quatro anos, foram quatro derrotas, contando Eliminatórias e amistosos. Foi bacana participar daquele elenco. Futebol tem dessas coisas.”
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