Certamente, o empenho de Osvaldo nos treinamentos é uma das chaves de sua boa fase no São Paulo. Contudo, este momento talvez não tivesse chegado se não fosse uma mãozinha do capitão Rogério Ceni. Isso mesmo. Foi o apoio do goleiro-artilheiro que impediu o camisa 17 de chutar o balde quando o atacante perdeu espaço durante a gestão do então técnico Emerson Leão.
“O Rogério me chamou e falou para eu não me desmotivar”, lembrou-se o atacante. “Escutando o Rogério, eu me mantive animado”, admitiu.
Contratado no início da temporada, Osvaldo chegou ao Tricolor com cartaz depois de uma boa temporada pelo Ceará. No entanto, o atacante enfrentou alguns altos e baixos durante o período de adaptação.
Disputou 12 jogos no Paulistão. Foi titular uma única vez. As chances aumentaram no Brasileirão, mas ainda enfrentou contratempos. “Com a chegada do Ney (Franco), tive minha primeira sequência, que a lesão interrompeu”, disse.
Volta por cima/ Em julho, o atacante sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda no confronto diante do Vasco. O problema lhe tirou a chance de ser titular, justamente após uma das convocações de Lucas para a seleção brasileira.
Apesar do contratempo, Ney continuou a apostar no talento do jogador, que acabou se tornando titular no novo esquema com três atacantes. “Ele me recebeu de braços abertos e tenho trabalhado para manter esta regularidade”, falou Osvaldo.
Na pior fase de Osvaldo, Ceni foi a ‘salvação’
Fonte Diário de SP
17 de Outubro de 2012
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