No primeiro semestre de 2012, o então técnico do São Paulo, Emerson Leão, quebrava a cabeça para montar o setor de marcação no meio de campo. Sem poder contar com os lesionados Fabrício e Wellington, entregues durante meses ao Reffis, o ex-goleiro usava toda a sua criatividade para definir os volantes e, por vezes, foi comum ver Maicon e Cícero improvisados na posição.
Ciente das dificuldades, a diretoria tricolor se mexeu, foi buscar o experiente Paulo Assunção no futebol espanhol, defendendo as cores do Atlético de Madrid, e promoveu o jovem João Schmidt ao time profissional. Porém, agora, com o retorno de Wellington, recuperado de uma grave lesão no joelho esquerdo, o setor de marcação está farto de opções. E, como não poderia deixar de ser, aumentou a disputa por uma vaga entre os titulares. Quem ganha com isso, claro, é o próprio Tricolor e o técnico Ney Franco, que tem boas opções nas mãos, além dos jovens Casemiro e Rodrigo Caio.
“O São Paulo tem ótimos volantes. Estou preparado e com a cabeça tranquila. Com humildade, vou reconquistar meu espaço”, disse o camisa 5, nesta terça-feira, durante a zona mista promovida pela assessoria de imprensa são-paulina.
“O Ney Franco sabe que pode contar comigo em outras posições também. No São Paulo, basta estar em campo. Se precisar de mim na lateral, vou entrar e vou dar meu melhor. Jamais vou entrar de má vontade ou tirar o pé”, completou Wellington, no CT da Barra Funda. Mas, por enquanto, está perdendo a disputa com Denilson. Com média de 3,8 desarmes por partida, o atleta, emprestado pelo Arsenal, da Inglaterra, lidera com folga o quesito de maior ladrão de bolas da equipe tricolor no Campeonato Brasileiro.
Com o esquema tático 4-3-3, que se mostrou eficiente na vitória sobre a Portuguesa, por 3 a 1, apenas um volante foi escolhido pelo técnico Ney Franco. E, ultimamente, Denilson tem sido o preferido. Assim, os outros marcadores têm que se esforçar cada vez mais para figurarem entre os onze titulares.
“Não digo que fica pior a concorrência. O Ney Franco sabe o momento de escalar três atacantes e o momento de escalar três volantes. Temos de estar preparados para tudo”, finalizou o jovem meio-campista, de 21 anos, que quebrou um galho na lateral direita contra a Rubro-Verde.
Wellington e a briga acirrada por uma vaga
Fonte Marca Brasil
19 de Setembro de 2012
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