Ataque reserva resolve, São Paulo vence e mantém Figueirense no Z-4

Ademilson e Willian José marcam os gols do triunfo por 2 a 0, que deixa time perto do G-4. Equipe catarinense sofre sua quinta derrota no torneio

Fonte Globo.com
Nome do jogo
Ademilson

No primeiro jogo como titular, o garoto revelado no CT de Cotia aproveitou a única chance de gol que teve e foi muito elogiado por Ney Franco.
Deu certo
3-5-2 tricolor

A mudança do esquema tático do São Paulo deixou o time mais equilibrado. Os alas puderam subir e a defesa ficou menos exposta.
Faltou inspiração
Figueirense

Apesar da melhora no segundo tempo, faltou qualidade para o time da casa buscar o empate. Será complicado fugir da zona de rebaixamento.
Não foi uma grande atuação, mas o São Paulo fez o suficiente para conquistar sua reabilitação no Campeonato Brasileiro. Diante de um Figueirense que teve muita luta no segundo tempo, mas nenhuma técnica, a equipe paulista contou com o faro de gol de seu ataque reserva para resolver a partida. Ademilson abriu o placar no primeiro lance da partida e Willian José deixou sua marca na última jogada: 2 a 0 justo no placar diante de um rival que novamente mostrou deficiências e segue na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Após a saída de Argel Fucks na última quinta-feira, o interino Abel Ribeiro não conseguiu arrumar a casa em poucos dias.
Foi a primeira vitória de Ney Franco no comando do São Paulo. Antes, ele havia somado um empate com o Palmeiras e uma derrota para o Vasco. A bronca dada durante a semana surtiu efeito na entrega dos atletas, que mostraram muito mais disposição em campo. Com a sexta vitória em 11 partidas, a equipe voltou a colar no G-4 do Brasileiro, na quinta colocação, com 19 pontos, um a menos que o Cruzeiro, que hoje é a última equipe na zona da Taça Libertadores.
Na próxima rodada, o Figueirense volta a jogar no Orlando Scarpelli - recebe o Internacional, às 19h30, na quarta-feira. No mesmo dia, o São Paulo terá mais um jogo como visitante - contra o Atlético Goianiense, às 21h50, no Serra Dourada.

Ademilson marca no início, e São Paulo controla o primeiro tempo
O alerta havia sido dado durante a semana por Ney Franco. Para voltar a ser competitivo, além de maior organização tática, o São Paulo precisava aprender a marcar. O treinador fez a sua parte ao voltar a montar a equipe no 3-5-2. E dentro de campo, pelo menos no primeiro ensaio, o que pôde ser visto foi outra equipe.
No Figueirense, que precisava da vitória para tentar sair da zona de rebaixamento, o técnico interino Abel Ribeiro resolveu dar uma chance ao meia Wilson Pittoni e adiantar Caio para formar dupla de ataque com o rápido Júlio César. O gol logo no início derrubou uma equipe que já estava abalada pela fase ruim e pela demissão de Argel Fucks. Além de adiantar Caio, Abel Ribeiro fez algumas outras mudanças. Ele cortou três jogadores que estavam sendo relacionados pelo antigo técnico: o lateral Pablo e os meias Fernandes e Luiz Fernando. A decisão do, agora técnico, foi baseada nas observações feitas durante o comando de Argel e no único treino que pôde comandar antes da partida de domingo.
O problema para o Figueira foi o gol logo no início. Mal o juiz Anderson Daroco iniciou a partida, porém, o São Paulo abriu o marcador com Ademilson que, em seu primeiro jogo como titular, aproveitou chute errado de Denilson de fora da área e bateu rasteiro, no canto direito de Wilson. A vantagem no marcador tornou o time paulista senhor da partida nos primeiros 45 minutos.
A entrega na marcação dos são-paulinos foi completamente diferente. Os atacantes pressionavam a saída de bola da defesa, a marcação do meio-campo foi adiantada e, com três zagueiros atrás, Denis ficou bem mais protegido. Tanto que o Figueirense, na etapa inicial, não criou uma única chance de gol. Os vários erros de passes e a pouca criatividade para criar irritaram demais o torcedor presente ao estádio Orlando Scarpelli.
O Tricolor mostrou outra característica que não existia com Emerson Leão: a valorização de posse no meio-campo. Denilson e principalmente Maicon souberam controlar a bola e fazer o tempo passar. Além do gol, Willian José teve uma boa chance aos 30, quando recebeu na entrada da área e bateu à direita de Wilson.
Figueirense melhora, mas Tricolor controla pressão e mata no final
Irritado com sua equipe, Abel Ribeiro mexeu no intervalo, sacando Almir para a entrada de Ronny. Já o São Paulo retornou com sua formação inicial. O Figueirense voltou bem mais ligado e, nos primeiros minutos, fez o que não havia realizado na etapa inicial: marcação em cima e saída rápida ao ataque. Logo aos dois minutos, Denis fez boa defesa em chute de Júlio César.
Ao mesmo tempo em que passou a rondar com perigo a meta adversária, a equipe da casa deixou espaço de sobra para os contra-ataques do Tricolor. Em um deles, Ademilson sofreu falta de Fred, que levou o cartão amarelo. O atacante precisou ser substituído e cedeu lugar a Rafinha. Aos 13, após cobrança de falta da esquerda, Denis falhou na saída de bola, escorregou na sequência e João Felipe, em cima da linha, evitou gol de Caio.
Depois, o Tricolor perdeu mais um atleta por contusão: Maicon, que foi substituído pelo garoto João Schmidt, que havia estreado pela equipe profissional na última quarta-feira, na derrota para o Vasco. Melhor em campo, o time da casa tinha a posse da bola, mas faltava qualidade no último passe para que novas chances de gol fossem criadas. Já o Tricolor caiu muito de rendimento e se limitava apenas a marcar. Jadson, novamente, não aparecia na armação, enquanto o ataque sentiu bastante a saída de Ademilson.
Aos 24, o Figueirense ficou com dez homens, já que Fred, que já tinha cartão amarelo, puxou Cortez pela camisa e foi expulso. Isso deu mais tranquilidade ao São Paulo, que conseguiu voltar a segurar a bola no ataque. Já nos acréscimos, Willian José, em contra-ataque, recebeu de Rafinha e, de pé direito, fuzilou Wilson: 2 a 0 e vitória garantida.
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