“O planejamento é o mesmo, a decisão que não é a mesma. Alguns jogadores já tomaram conta da posição e ele entra em critério de disputa como todos os outros”, avisou o técnico. “Antes, eu não podia nem deveria tê-lo de outra maneira para incentivá-lo. Agora o processo é de ordem inversa”, completou.
A nova condição de igualdade do reforço contratado para esta temporada, entretanto, não significa uma avaliação ruim do treinador sobre o ex-jogador do Cruzeiro. Leão espera por uma sequência do atleta, que até agora atuou somente em três partidas pelo Tricolor, para ter condição de analisá-lo.

“Ele ainda não se apresentou na plenitude, então não posso julgá-lo. Quero julgá-lo após quatro, cinco jogos efetivos como titular para ter uma visão mais definida sobre o que ocorre com o atleta. Antes disso, seria especulação. E não gosto de fazer isso”, explicou o comandante, sem falar em “custo-benefício”. “A relação custo-benefício é o departamento financeiro que sabe. A minha parte é técnica, tática e física do atleta.”
Ainda não há confirmação oficial, mas Fabrício está encerrando o tratamento de estiramento na panturrilha direita que não o deixa jogar desde 7 de abril para estar 100% fisicamente diante do Coritiba, em 14 de junho, na primeira semifinal da Copa do Brasil. O meio-campista não deve ser relacionado diante do Inter, na quarta-feira, mas pode ficar no banco no próximo domingo, diante do Santos.