De promessa no São Paulo a realidade no Internacional, Oscar deu um salto justamente no episódio mais marcante de sua carreira: a briga com o clube que o formou no fim de 2009.
O meia chegou ao Morumbi em 2004, aos 13 anos, e rapidamente foi apontado como um dos mais brilhantes talentos das categorias de base, sendo apontado como sucessor de Kaká.
O assédio foi tão forte que o clube resolveu "escondê-lo" na Espanha entre 2005 e 2006, quando completou 16 anos e foi emancipado para poder assinar o primeiro contrato profissional.
Em 2008 foi integrado ao elenco principal por Muricy Ramalho, mas não recebeu muitas oportunidades, apesar dos apelos do presidente Juvenal Juvêncio, grande entusiasta do meia.
Dias antes de acionar o clube, conversou com o então técnico Ricardo Gomes e foi avisado de que seria peça fundamental para os campeonatos em 2010.
Após breve período de adaptação em Porto Alegre, virou titular no Internacional e, em 2011, tornou-se destaque da equipe. Para quem conhece o jogador de perto, a ascensão meteórica está longe de ser uma surpresa.
"O Oscar é exemplar. Treina, é dedicado, quer aprender. Lembro de quando ele encostava em mim nos treinos e perguntava o que podia fazer para melhorar", revelou o técnico Paulo Roberto Falcão, que foi treinador do meia no Colorado em 2011.
Falcão acredita que seu pupilo ainda não atingiu o ápice técnico e ressaltou a estrutura familiar como diferencial na carreira do jovem. "Ele teve um amadurecimento muito rápido. É claro que ainda tem muito a aprender, mas está sempre disposto a ouvir conselhos"..
Briga com o São Paulo ajudou Oscar a explodir
Fonte Estadão
1 de Junho de 2012
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