A informação está na coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri, publicada nesta quarta-feira. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
A negociação entre São Paulo e Inter foi concluída na quarta-feira. O time do Morumbi negociou o atleta por R$ 15 milhões, na maior transação interna de um jogador no Brasil.
Revelado pelo São Paulo, Oscar foi promovido para a equipe principal em 2008, mas apesar de ter contrato até dezembro de 2012 deixou o clube tricolor em 2009 e foi para o Internacional.
Desde então virou alvo de batalha judicial entre os dois clubes.

Após se desligar judicialmente do São Paulo, Oscar acertou com o Inter até 2016. O time paulista passou a brigar pelo retorno do meia sob justificativa que houve rescisão unilateral do contrato.
No início de fevereiro deste ano, o São Paulo conseguiu recuperar os direitos sobre o jogador graças a decisão do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Oscar chegou a ficar cerca de 50 dias sem atuar por conta disso.
No último dia 4 de abril, a CBF publicou em seu site oficial a rescisão do registro do atleta com o São Paulo e a reativação de seu vínculo com o Internacional. No dia 8 de maio, a CBF emitiu documento informando que Oscar tinha vínculo empregatício com São Paulo e Internacional. Isso, contudo, impossibilitou que o meia jogasse. O CBJD prevê que o atleta que tem vínculo com dois clubes não pode jogar.
Um dia depois, a CBF autorizou que o Inter utilizasse o atleta. O clube gaúcho já havia feito outras tentativas de negociar com o São Paulo, mas sem sucesso até então.