
Ao comentar sobre a sequência de jogos importantes que o São Paulo vinha enfrentando, Jadson disse que no time é preciso "matar um Leão por dia", esquecendo-se do sobrenome do seu treinador. A gafe repercutiu, é claro, mas não gerou qualquer mau-estar. Com o bom ambiente do São Paulo, Leão preferiu brincar com a frase.
"Como disse o Jadson, aqui tem que matar um Jadson por dia. E ainda tem o Luis Fabiano. Então aqui não é fácil", afirmou ele, comentando sobre as diferenças entre o futebol brasileiro e o ucraniano - Jadson veio do Shakthar Donetsk e até agora não se adaptou completamente ao time do Morumbi.
Segundo Leão, isso aconteceu por causa da baixa exigência em países em que o futebol não é tão tradicional como o Brasil. "O comprometimento é diferente. Você não sente que todo seu potencial é exigido. Você acaba desleixando porque o pouco que você faz já é muito", analisou o treinador são-paulino.
Apesar das críticas, Jadson teve um bom desempenho neste domingo. Ele atuou com mais liberdade para atacar e, apesar de não ter participado de nenhuma jogada decisiva, mostrou iniciativa e criou jogadas. Leão concordou com isso e acrescentou que Jadson tem evoluído: "ele já está mais adaptado ao Brasil, ao São Paulo como equipe e principalmente ao treinador", apostou.