Fabuloso dispara: "Temos que ter vergonha na cara. Aqui é São Paulo"

Luís Fabiano mostra não apenas vontade de vencer, mas também fala da obrigação de passar pela Ponte

Fonte Justiça Desportiva

A missão do São Paulo não é fácil. No Moisés Lucarelli, o Tricolor perdeu por 1 a 0. Para se classificar, o Tricolor terá de vencer a Ponte Preta por dois ou mais gols de diferença. Se devolver o placar do primeiro jogo, a decisão será nos pênaltis. Para o duelo, o time conta com a torcida para motivar durante os 90 minutos. Além da força das arquibancadas, os jogadores mostram que se dedicarão por muitas outras pessoas, inclusive por Paulo Miranda, que foi afastado na última partida.
Experiente, Luis Fabiano disse na coletiva o que tem passado para os atletas. Já tendo passado por eliminações frustrantes no São Paulo, como na própria Copa do Brasil, em 2003, contra o Goiás, o atacante afirma que este não é um filme que quer assistir de novo com a camisa tricolor. Pela vitória, Fabuloso lembrou a grandeza do São Paulo e falou até em vergonha na cara dos jogadores em campo.

"Temos que jogar pelo nosso caráter, temos que ter vergonha na cara de fazer nosso melhor, isso reflete na arquibancada, o torcedor é importante para nós. Se o torcedor incentivar, a gente cresce, temos que jogar pelo torcedor, por nós, pela vergonha, pelos funcionários daqui, e pelo clube que nos move, sabemos da nossa força no Morumbi, temos que entrar com vontade, ela que determina tudo no futebol. Se entrar com vontade, nossa qualidade vai prevalecer, temos que respeitar a Ponte Preta, que superou o Corinthians, mas me desculpe, aqui é o São Paulo, temos que vencer", afirmou.
Casemiro seguiu a mesma linha de Luis Fabiano ao ser questionado se a equipe estava motivada em vencer para dedicar ao zagueiro Paulo Miranda, que foi afastado na última partida pela diretoria, por pressão da torcida, em função dos erros contra o Santos, que culminaram na eliminação do São Paulo no Paulistão. O volante disse que esse também é um dos motivos, porém, há muitos outros, como a torcida e o valor próprio.
"Pelo Paulo Miranda sim, existe um respeito, temos que ter profissionalismo, temos hierarquia, representamos um manto sagrado. Ele é um grande amigo nosso, mas não é problema meu. Jogamos pelo São Paulo, pela nação, precisamos jogar, há muita coisa além dele", ponderou.
"Jogo pelo torcedor, pela minha família, pelo presidente, comissão técnica, jogadores que estão ao meu lado, no banco e até cortados, é muita gente envolvida, muito mais que apenas o Paulo Miranda", completou.
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