A sociedade, eu e o ministro

Fonte UOL/Birner
Normal
Não há falta de ética no fato de Luiz José Guimarães Falcão, ex-presidente Ministro do TST, ser conselheiro do Internacional.
Todo mundo que gosta de futebol tem um time do coração.
Os garis, professores, jornalistas, empresários, policiais, advogados, juízes de direito, presidentes da república….
Quem coloca a maior paixão brasileira na própria vida, independentemente da profissão, costuma se identificar com uma equipe.
Além disso, Luiz José Guimarães Falcão ele está trabalhando para o escritório que defende Oscar.

Não há nada que se possa questionar.
Minha vida
Nos tempos de produtor, quando marcava entrevista, por exemplo, com um cientista política em época de campanha eleitoral, pedia ao âncora que dissesse para qual partido ou candidato o entrevistado havia trabalhado ao longo da vida.
A primeira coisa que fiz, quando comecei a trabalhar no CBN Esporte Clube, foi dizer que era são-paulino.
Antes do primeiro intervalo, falei isso.
Conheço bem as pessoas.
Sabia como seria a reação dos torcedores quando houvesse polêmicas e minha opinião fosse favorável ao São Paulo.
Também estava ciente que existe um certo preconceito dentro do próprio mercado de jornalismo com quem diz abertamente para qual equipe torce.
Havia um preço a ser pago e me dispus a assumir a conta. Dei o direito de quem acompanha meu trabalho avaliar se é isento ou não.
Prefiro assim. Acho correto.
Não estou no mundo para fazer juízo de valor das pessoas. Tento respeitá-las.
Cada indivíduo possui limites na hora de compreender as coisas e avaliar situações. Isso é normal.
Confio na isenção
Se um parente muito próximo estivesse em alguma concorrência importante e eu fosse o responsável por definir o vencedor dela, pediria para outra pessoa ocupar meu lugar.
Não porque seria desonesto na hora de decidir.
O faria simplesmente para evitar o diz que diz.
No lugar do Ministro Caputo Bastos, eu teria solicitado a outro Ministro do TST a apreciação do habeas corpus do caso Oscar.
Repito, a conheço as pessoas. A sociedade não é justa.
Está cheia de gente que julga de maneira impiedosa, à distância, as outras pessoas.
Como nunca falei com o ministro Caputo Bastos, não conheço os casos por ele julgados e sou leigo no direito, opto por confiar na isenção dele.
Tal qual escrevi no post de ontem:”Quem é honesto não usa o poder para coisas pessoais em detrimento da justiça.”
Observação
Este post tem a explicação da minha opinião no que bloguei ontem.
https://blogdobirner.virgula.uol.com.br/2012/05/02/sogro-do-ministro-que-deu-liminar-para-oscar-jogar-presta-servicos-ao-escritorio-do-advogado-do-jogador-e-e-conselheiro-do-inter/
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