Juvenal Juvêncio já ostentava seu poder de interferência no time na semana passada. Na reunião do Conselho Deliberativo, dia 24 de abril, o presidente se gabou por ter mandado vários jogadores embora na virada do ano, sem que o técnico tivesse influência nas decisões.
O presidente contou aos conselheiros uma conversa que teve com Arnaldo Tirone, mandatário do Palmeiras. O são-paulino questionou o presidente palmeirense o porquê de ele pagar R$ 700 mil a um treinador (Felipão) sendo que, no São Paulo, paga-se muito menos (cerca de R$ 150 mil) e Juvenal ainda consegue mandar no time.
Não é de hoje que Juvêncio interfere nas escalações. Em 2007, o próprio presidente admitiu que havia sido responsável por alterações, quando Muricy Ramalho era o técnico.
A escolha de Sérgio Baresi para suceder Gomes permitiu a Juvenal Juvêncio subir garotos da base e ter um treinador que aceitasse suas ordens. Depois, o presidente manteve Carpegiani e Rivaldo juntos, mesmo quando não havia mais clima. Já a contratação de Adilson Batista foi uma tentativa de resposta a Corinthians e Santos, clubes que não tiveram sucesso com o técnico. Mas também não deu certo.
Em papo com Tirone, Juvenal mostra seu poder no São Paulo
Presidente tricolor exalta a rival que paga pouco e interfere no time
Fonte lancenet
3 de Maio de 2012
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