É comum atleta falar em confiança para jogar. Aliada ao ritmo de jogo, são frequentes “desculpas” quando o desempenho não é bom em uma partida.
Na manhã desta terça-feira, Doulgas, que fará sua estreia pelo São Paulo nesta quarta, contra a Ponte Preta, disse que ainda tem receio em dar “pique” (recuperou-se de uma pubalgia). Thiago Heleno, no Palmeiras, trabalha para voltar na semana que vem, diante do Paraná. O zagueiro, no fim do ano passado, fez cirurgia nos dois pés e ainda não atuou este ano. É mais um que precisará de confiança e ritmo de jogo.
Em alguns casos usado para encobrir uma má apresentação, em campo dá para sentir a diferença. Depois de grave lesão, que deixa o jogador por mais de três meses afastado, o retorno é lento. Em alguns movimentos, medo de voltar a sentir o antigo problema. Em outros casos, limitação física. Por fim, dificuldade em acompanhar o ritmo de quem está “voando” na temporada.
Douglas e Thiago Heleno são alguns exemplos, mas outros podem ser citados. Cada jogador reage de uma maneira, mas confiar no seu potencial é um caminho. Outro é se preparar bem fisicamente, além de abusar da manutenção nos primeiros dias. É preciso ter acompanhamento da preparação física e fisioterapia, sem receio de reclamar e dar feedback.
Confiança e ritmo como aliados, e não desculpa
Fonte lancenet
1 de Maio de 2012
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