
“Nós só temos que elogiar o bom senso dele (do árbitro) e do presidente da Ponte, que compartilhou as recomendações conosco”, afirmou João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente de futebol do Tricolor do Morumbi.
“A Copa do Brasil é um campeonato muito importante. Se as equipes entrassem em campo, o espetáculo estaria prejudicado pela forte chuva. Injusto para as duas equipes que buscam a vaga na competição”, completou Márcio Della Volpe, presidente em exercício da Ponte Preta.
Desde o término da chuva, os dirigentes dos dois clubes demonstraram a insatisfação de entrar em campo. Os rodos ou espetos, que poderiam agilizar o escoamento da água, sequer foram utilizados.
Segundo José de Assis Aragão, observador da arbitragem da Federação Paulista de Futebol, a utilização dos rodos foi solicitada para a diretoria da Macaca, que rebateu dizendo que em momento algum recebeu tal determinação do representante da FPF.