No início de sua carreira, Cafu era muito cobrado pelo técnico Telê Santana para aperfeiçoar os seus cruzamentos. Com a evolução obtida após os treinos, o jogador participou de quatro Copas do Mundo e levantou o troféu do Mundial em 2002, no Japão.
“O Cafu foi um grande jogador, que passou pelo São Paulo e pela Seleção Brasileira. Tomo ele como exemplo. Estou melhorando e a cada dia. Só hoje treinei 30 cruzamentos. Não dá para fazer isso todo dia quando tem jogos quarta e domingo, mas tenho essa obsessão por cruzar melhor e vou seguir evoluindo para ficar bem com o São Paulo e com a torcida”, disse Piris.

Depois de sofrer uma lesão no músculo adutor da coxa direita, o lateral chegou a ficar uma semana treinando em separado do restante do grupo para aprimorar o preparo físico e teve a vaga ameaçada pelo volante Rodrigo Caio, que foi improvisado no setor pelo técnico Emerson Leão. No entanto, o paraguaio voltou a ser escalado regularmente e acredita que vem melhorando com a sequência de jogos.
“É complicado começar o ano com uma lesão e depois ter que recuperar o ritmo. O Leão teve paciência comigo e me botou na equipe novamente. Estou agradecido por isso. No último jogo não fui bem, assim como o time, mas espero melhorar de novo no próximo jogo”, declarou o lateral.
Neste sábado, diante do Bragantino, no Morumbi, o São Paulo fará o jogo único das quartas de final do Campeonato Paulista. Quem passar do duelo, que está marcado para as 18h30 (de Brasília), duelará com o vencedor do confronto Santos x Mogi Mirim.