Na reunião de hoje, São Paulo e Internacional não chegaram ao acordo.
A proposta colorada de R$ 7 milhões foi considera baixa pala cartolagem do Morumbi.
Os dirigentes são-paulinos estão certos.
A quantia é inferior ao valor de mercado do atleta e àquele que provavelmente será estipulado quando a Corte Superior definir, de vez, quem tem razão no litígio.
Na situação toda, aó uma pessoa não perdeu nada.
Giuliano Bertolucci, o empresário do atleta.
Vale lembrar que a briga dele com o time do Morumbi começou porque os cartolas são-paulinos se recusaram a dar 30% dos direitos de uma futura negociação, exigidos pelo agente de boleiros.
Oscar tinha contrato em vigor e não fora levado ao clube pelo empresário (o São Paulo costuma dar percentuais nesses casos).
Seria um baita erro doar, sem motivo, o percentual para Giuliano Betolucci.
Por isso ele orientou o jovem jogador a tentar quebrar o acordo profissional na Justiça.
Atualmente, São Paulo e Internacional lutam para ter Oscar.
O atleta briga na justiça com o time que o revelou por causa da orientação do empresário.
E está sem jogar.
Giuliano Bertolucci, que vendeu parte dos direitos econômicos do atleta ao Colorado, goza dos benefícios da negociação.
Resumindo, alguém está ganhando por causa da teórica intransigência do São Paulo, do suposto oportunismo do Inter e da incapacidade do atleta de gerenciar a própria carreira.
Que coisa feia para o futebol brasileiro.
São Paulo e Inter não se entendem. Oscar continua parado. Empresário do atleta lucra com tudo
Fonte UOL/Birner
13 de Abril de 2012
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