- Vimos que foi um espaço de tempo curto para ele ter entrado em campo depois de quase seis meses sem jogar. O Denilson acabou tendo uma gripe, teve que ficar fora e o Fabrício não iria para o jogo, mas na casualidade teve que escalar e na fatalidade aconteceu a lesão - disse o dirigente.

Adalberto ainda fez questão de ressaltar a paciência com que o clube tem levado o drama de lesões do atleta. Para ele, um dos objetivos a partir de agora é trabalhar a parte psicológica do jogador.
- Nunca faltou carinho (com ele). Quando você reincide, sendo essa a terceira vez, você abala o psicológico e para melhorar isso seremos conservadores. Espero que (essa lesão) não tenha problemas de ordem física ou técnica, além de psicológica - declarou.
Fabrício adquiriu uma nova lesão na panturrilha direita no último sábado, diante do Mogi Mirim. O volante havia se recuperado de um problema na mesma panturrilha direita, porém em outro músculo (gastrocnêmio), diferente do último lesionado. Desta vez, a região afetada é a do músculo sóleo.