Contrato junto ao Cruzeiro, Fabrício já chegou ao São Paulo com uma tendinite no tornozelo, e por isso só foi estrear no final de fevereiro. Adalberto Baptista afirmou que o retorno de Fabrício não aconteceria desde o início da partida contra o Mogi, uma vez que sabiam os problemas físicos e de falta de ritmo do atleta, porém, um desfalque inesperado, de Denilson, que apresentou forte gripe na noite anterior, forçou a escalação do camisa 8.

"Vimos que foi um espaço de tempo curto para ele ter entrado em campo, depois de quase seis meses sem jogar. O Fabrício não iria para o jogo, mas como o Denilson acabou tendo uma gripe, ele teve de ficar de fora. Na casualidade, Leão teve de escalar Fabrício e na fatalidade aconteceu a lesão, mas agora tenho certeza de que trataremos da volta dele com mais cuidado e ele renderá tudo o que esperamos", contou o dirigente, que mostrou acreditar que a estreia no dia 22 de fevereiro, diante do Bragantino, também foi precipitada.
"A gente vai lidar com tranquilidade, acreditamos muito no potencial dele, ele nos dará alegrias. São casualidades, a pré temporada não foi boa, o calendário nos prejudicou, o fim de temporada para ele no Cruzeiro foi pesado, até porque eles fugiam de cair para segunda divisão. Mas agora temos certeza que cuidaremos com mais cuidado e ele renderá tudo que esperamos", afirmou.
Apesar de projetar maior cuidado com o atleta, Adalberto fez questão de frisar que não faltou cautela e carinho com o jogador, apesar da sequência de lesão, e que agora, o clube se preocupa com o abalo psicológico do atleta. "Nunca faltou carinho, quando você reincide, sendo essa a terceira, você abala o psicológico, e para melhorar isso, seremos conservadores. Espero que não tenha problemas de ordem física ou técnica além de psicologica. Agora, com relação individual, seremos mais conservadores, para não abalar psicologicamente o Fabrício", relatou.