A caminho do Japão, Jorginho crê em futuro nos clubes que vestiu a camisa

Fonte Globo Esporte
Sem clube desde que se desligou do Figueirense, ao fim do Campeonato Brasileiro, Jorginho comandou uma palestra ao lado de Joel Santana, nesta quinta-feira, no Footecon, fórum de futebol realizado no Rio de Janeiro. Depois de destrinchar a trajetória da maior surpresa do Brasileirão e se divertir com a irreverência de seu ex-comandante (juntos, foram campeões brasileiros e da Mercosul pelo Vasco, em 200), que abriu o debate com o tema de marcação sob pressão, o treinador confirmou que já recebeu três propostas do futebol japonês. E que, no futuro, se imagina de volta a um dos clubes em que jogou.
- Acho que deve ser natural o caminho de retornar aos clubes em que joguei. Espero que consiga êxito mais vezes tanto aqui quanto, se for o caso, lá fora para ter esse prazer de trabalhar em grandes centros - disse.

Além do América-RJ, Flamengo, São Paulo, Vasco e Fluminense - por apenas quatro jogos - são as camisas que Jorginho defendeu no Brasil, ao longo da carreira. Entre as possibilidades reais está o Kashima Antlers, do Japão, em que também atuou e que acaba de perder Oswaldo de Oliveira para o Botafogo.
Estágio na Alemanha fez a diferença
Para Jorginho, o período que passou na Alemanha, se preparando melhor após deixar o combalido Goiás, ainda em 2010, fez a diferença na hora de saber o que fazer para tornar o Figueira competitivo. Ele lembrou que chegou a Florianópolis no início de março em busca de implantar uma filosofia vencedora e taticamente compacta. Só que precisou adaptar muitos de seus jogadores. Em especial, a revelação Welligton Nem, que está voltando para o Fluminense para a próxima temporada.
O treinador detalhou os principais pontos que teve de superar para brigar pela vaga na Libertadores, com um time limitado, até a última rodada da competição.
- Nem sempre eu podia fazer uma marcação sob pressão. Isso dependia das características dos atletas. Na frente, tínhamos o Wellington Nem, que não gostava de correr para ajudar na marcação. Falei muito com ele, melhoramos sua parte física. Quem acompanha, sabe que ele já tem uma composição física forte, mas tinha algo "sobrando". Foi preciso resolver isso. Depois, passou a ajudar como todos os outros - Ygor, Túlio, Coutinho, Maicon - e foi decisivo.
Ainda segundo o ex-lateral, a cada terça-feira que o grupo se reunia e via que a meta de pontos e de colocação proposta estava sendo cumprida, se motivava e acreditava mais que era possível estar entre os grandes na tabela.
- Era um prazer ver meu grupo reunido em um grande ambiente e também vê-los jogar. Em diversos momentos, notei que a capacidade de cada um estava sendo explorada ao máximo, o que tinha de ser o objetivo sempre - elogiou, em referência, por exemplo, às seis vitórias seguidas alcançadas entre outubro e novembro.
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