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Em entrevista à Gazeta Esportiva.Net, exaltou seu gosto por discutir futebol e falou sobre o que já implantou no Tricolor com o mesmo fascínio com que cita o desafio de comandar um grupo jovem e o desejo de prorrogar seu contrato. "Os jogadores estão começando a confiar na equipe", detectou, e completou: "Pena que vai acabar o ano. Pena que só faltam duas partidas para acabar".
Para o treinador, as duas partidas finais da competição são muito importantes para o ano. "Duas partidas que fazem o ano, isso é muito perigoso. Está na hora de salvar o ano. Só se salva o ano com uma classificação para a Libertadores, o que, para o padrão de grandes equipes, não só do São Paulo, é o mínimo".
Vinculado ao clube até o fim do Brasileiro, o treinador reitera seu trabalho individualizado de recuperação dos atletas, como quis Juvenal. Teve tempo até para poupar Rogério Ceni dos treinos e fazer de Luis Fabiano alvo de suas provocações, recebendo gols como resultado. Com ambos, crê poder conseguir a vaga na Libertadores.
Nas atividades coletivas, vai além dos polichinelos que descontraem seus treinos. Convicto de que, mesmo em caso de discordância, é necessário respeitar os mais velhos e a hierarquia, Leão, aos 62 anos, conta que cria inovações para manter o elenco estimulado - ou até para enganá-lo - e demonstra profunda irritação com quem se recusa a adquirir cultura, sugerindo até dicionário aos comandados.