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"Ano que vem fica para o ano que vem. Ainda há possibilidade de conseguir em cinco jogos o que não conseguiu o ano todo e essa é a realidade", discursou o comandante, que dificilmente terá seu contrato renovado caso não consiga classificar o Tricolor para a Libertartadores de 2012. "Esse ano é se concentrar em cinco vitórias e mais nada".
O elenco também está ameaçado. Um dia depois de acertar com o treinador, em escolha considerada emergencial, o presidente Juvenal Juvêncio declarou que estava fazendo sua última tentativa de melhorar o time trocando apenas o comando. Ele prometeu promover uma enorme reformulação no grupo de atletas em caso de fracasso na reta final da liga nacional.
Leão, que já disse entender a preocupação dos jogadores após as fortes declarações do mandatário, adota discurso mais leve e dá a entender que a solução para o São Paulo mudar de rumo no ano que vem não é demissão em massa, mas sim reforçar o grupo.
"O São Paulo nunca perdeu o foco de contratações e logicamente está dentro desse foco para o ano que vem. Um time que não traz o resultado precisa de ajuda, mas essa ajuda não significa dispensa", completou o comandante, ciente de que a temporada atual só chegará de fato ao fim depois que o time visitar Atlético-PR e Palmeiras e receber Avaí, América-MG e Santos.