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Em 13 jogos, 39 pontos estavam em disputa e, destes, o time do Morumbi conquistou apenas 15 (foram três vitórias: Figueirense, Atlético-MG e Ceará; seis empates: Corinthians, Botafogo, Cruzeiro, Internacional, Coritiba e Vasco; e quatro derrotas: Fluminense, Flamengo, Grêmio e Atlético-GO). Ou seja, a equipe obteve somente 38,4% de aproveitamento, algo semelhante aos times que lutam contra o rebaixamento.
Sem vencer há oito jogos no Campeonato Brasileiro, o Tricolor vai indo totalmente na contramão de suas últimas temporadas. Em nove edições dos pontos corridos, a atual campanha é, disparada, a pior, já que em 2003 (52,17%), 2004 (59,42%), 2005 (58,73%), 2006 (70,17%), 2007 (64,91%), 2008 (73,68%), 2009 (56,14%) e 2010 (52,63%) os números foram superiores.

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Agora, daqui em diante, nos próximos quatro jogos (Bahia, Avaí, Atlético-PR e América-MG), o time enfrentará rivais que brigam na rabeira e, assim, terá a chance de elevar seu aproveitamento. “Não sei se é vantagem (enfrentar os últimos), mas acho legal. Jogar contra times que buscam algo também pode ser importante para nós”, atesta Emerson Leão.
“Eu preciso de pontos, somente isso. Se o Brasileirão começou para mim em São Januário, onde fomos relativamente bem contra o líder (0 a 0), precisamos ir muito mais além. E isso tem que ser iniciado contra o Bahia”, afirma o comandante são-paulino.
Assim, com uma campanha pífia, o Tricolor, outrora especialista em pontos corridos, vai provando que se esqueceu do caminho do sucesso. A única coisa que resta é sair dessa má fase para conquistar o que sobrou: uma vaga na Libertadores.