Os rugidos de Leão no São Paulo

Emerson Leão completa hoje seu 10º dia no comando do São Paulo.

Fonte MarcaBR
O período curto, porém, não inviabilizou que o antigo jeito severo do comandante já aflorasse no Morumbi. Realista e sem meias palavras, o treinador, em pouco mais de uma semana, já roubou todos os holofotes para si, ao cobrar jogadores veteranos e jovens publicamente. Mas, também, agiu como um fator motivador.

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Essa é e sempre foi a cara do ex-jogador e também do treinador Leão. Logo em seu primeiro dia, o comandante, que foi contratado às pressas para tentar salvar a temporada são-paulina, não teve nenhuma orientação específica da diretoria, que apenas lhe incumbiu de chacoalhar os jogadores.
E, por conta própria, logo no primeiro dia, o técnico teve uma conversa reservada com o volante Casemiro — o camisa 8 está machucado e ainda não atuou sob o comando de Leão. No papo, o profissional pediu simplicidade ao garoto, que parece ter se desviado um pouco do caminho. No mesmo dia, o comandante agiu também perante a um veterano. Aclamado pela torcida, Rivaldo nem sequer foi ao Paraguai, por opção do treinador, que tomou a atitude para mostrar quem manda.
“Não posso analisar o que aconteceu antes da minha chegada. Não diria que peguei um time acomodado, mas satisfeito. A ambição faz parte do ser humano e para conseguir as coisas é preciso esmerar. Estou cobrando eles”, reitera Leão.
E, mesmo em pouco tempo, fica nítido que o mesmo que o comandante diz à imprensa é dito aos jogadores, mesmo que obviamente uma situação ou outra seja omitida, mas a essência é igual.
E assim o técnico prosseguiu. O próximo da lista foi Lucas, considerado a ‘joia’ do Morumbi. E Leão não mediu palavras, conversou em particular com o camisa 7 e, como um professor de uma escolinha de futebol para crianças, só faltou pegar na mão do garoto, que, segundo o treinador, voltará a brilhar após o ‘chacoalhão’.
Depois, ainda antes de seu segundo jogo, o técnico, por seu jeito de agir, arrumou a primeira polêmica. Ao vetar Cícero do banco contra o Vasco, o camisa 16 não gostou, respondeu via imprensa, foi reprimido e, segundo Leão, pediu desculpas depois. “O atleta se auto-corrigiu”, atestou a fera do banco de reservas, aceitando as desculpas.
E a missão de Leão, que pediu dignidade a Dagoberto até o fim de seu contrato, agora, está na 6ª etapa: fazer Marlos acordar e jogar bola. O técnico garante que, por meio dos ‘rugidos’, conseguirá. Ou seja, o recado já foi dado para os mais jovens e até para os experientes. As cartas estão na mesa. Como pedido, o grupo vai sendo chacoalhado.
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