São Paulo revive passado inglório

Fonte Folha.com
Sem conquistar um título há praticamente três temporadas, o São Paulo de hoje lembra cada vez mais a equipe que batia cabeça antes da sua última era de glórias.
Antes de faturar uma Libertadores, um Mundial e três Brasileiros no período de quatro anos, o clube vivia dias parecidos com os atuais.
Além da seca de títulos de primeira grandeza, trocava de técnicos com frequência, era alvo constante da ira dos torcedores, ficava fora da Libertadores e apostava suas fichas em promessas criadas em suas categorias de base.

Leão comanda treino do São Paulo para o jogo contra o Vasco
Após ser eliminado da Sul-Americana, o São Paulo inicia hoje, contra o Vasco, líder do Brasileiro, sua última cartada para apagar pelo menos uma dessas semelhanças.
O time, que não venceu nas últimas sete rodadas do Nacional, seu único caminho para obter vaga na Libertadores-2012, tenta evitar ficar fora do torneio continental pelo segundo ano consecutivo.
Durante seus melhores momentos da década passada, ir à Libertadores fez parte do DNA são-paulino. Foram sete participações em sequência. Antes, porém, ficou ausente entre 1995 e 2003.
Foi nessa fase em que chegou a ficar três anos sem levantar nenhum troféu que o time se acostumou às críticas da torcida. O são-paulino reclamava da falta de poder de decisão dos jogadores e dizia que a equipe "amarelava".
As reclamações atuais também têm cunho psicológico. O assunto do momento é a suposta apatia dos atletas, que pouco se importariam com os resultados obtidos pelo time.
Para mudar o quadro, Emerson Leão foi contratado. Foi com ele que o São Paulo faturou o Paulista de 2005, título que encerrou o antigo jejum e abriu caminho para vencer a Libertadores e o Mundial daquele ano e iniciar a série de sucessos.
O técnico, que dirige hoje o time pela primeira vez no Brasileiro, é o terceiro homem a ocupar efetivamente o cargo neste ano. Desde 1998, o clube não mudava tanto o comando em uma temporada.
Nos tempos em que vencia, costumava manter seus treinadores. Muricy Ramalho, tricampeão brasileiro, ocupou o posto por três anos e meio.
Tinha à sua disposição um elenco com poucas pratas da casa. Os principais jogadores chegaram de outros clubes.
Só no ano passado as crias das categorias de base voltaram a gozar do prestígio dos tempos de vacas magras, quando revelou Kaká e Júlio Baptista, por exemplo. Lucas, o único selecionável do São Paulo de hoje, saiu da base.
"Não é que pioramos. É que saímos na frente, mas outros nos copiaram e cresceram", disse, há uma semana, o vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes.
GOLEIRO É TITULAR APÓS 2 ANOS
Substituto de Rogério, com um edema no tornozelo esquerdo, Denis começará uma partida pela primeira vez desde agosto de 2009.
O titular ficou 133 jogos sem desfalcar o São Paulo. Luis Fabiano, com lesão na coxa direita, também não joga hoje contra o Vasco.
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