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“Percebemos uma alteração discreta, mas o local da fratura está consolidado. Nós ficamos no aguardo das informações, do relato do próprio atleta, que tem funcionado como o principal termômetro para nós”, explicou José Sanchez, médico do clube. Segundo ele, uma intervenção cirúrgica não está descartada, mas deve ser a última alternativa para o caso de Fernandinho.
“Existe a possibilidade, mas isso vai de acordo com o quadro clínico apresentado pelo atleta. Por enquanto há outras possibilidades de tratamento. Precisamos aguardar para acompanhar a evolução do quadro”, completou.
Nesta sexta-feira, Fernandinho participou dos treinamentos realizados no CT da Barra Funda, mas não sofreu nenhuma dividida mais dura (já que na semana passada ele sentiu dores após uma jogada mais ríspida contra o próprio técnico Adilson Batista). Por isso, assim como aconteceu nas últimas partidas, continua cotado para viajar para Goiânia.
“Vou conversar com o atleta para ter um diagnóstico. Isso será passado para a comissão técnica. Se o Adilson entender que é preciso dar um tempo a mais até para que ele ganhe mais confiança, será feito”, finalizou Sanchez.
Fernandinho não joga há 11 partidas, desde a vitória por 3 a 0 sobre o Ceará, dia 24 de agosto, pela Sul-Americana, no Morumbi.