A mais recente troca de farpas entre Juvenal Juvêncio e Andrés Sanchez gerou críticas de conselherios corintanos e são-paulinos. Reclamam que os presidentes deveriam ter uma postura menos agressiva.
Porém, o ódio entre os cartolas se alastrou pelas duas diretorias e atingiu também os conselheiros, que agem como a dupla. Na sexta passada, por exemplo, um diretor do São Paulo se divertia no CT do clube falando diante dos jornalistas que o Corinthians tinha acertado patrocínio com um frigorífico. Homem-Picanha seria o garoto-propaganda e teria um namorado no Parque São Jorge. Espalhou a piada, mas pediu anonimato.
Faz alguns meses, um conselheiro corintiano postou no Youtube um vídeo no qual mostra a numeração do CT do São Paulo na avenida Marques de São Vicente: 2724. Fez graça com o número 24, que representa o veado no jogo do bicho.
Os alvinegros também costumam dizer que Juvenal Juvêncio foi corintiano quando mais jovem. Cheguei a ouvir essa versão do ex-presidente do Corinthians Wadih Helu, que disse ter trabalhado com Juvenal. Ele afirmou que os dois frequentavam o Pacaembu juntos para torcer pelo time do Parque São Jorge. E jurou estar falando sério.
Wadih, morto em junho, foi fonte de informações de Andrés sobre o passado do são-paulino. O ex-presidente era o principal cacique corintiano quando abençoou a entrada de Sanchez na política alvinegra.
Cartolas são-paulinos e corintianos usam Homem-Picanha e passado "alvinegro" de Juvenal em briga
Fonte uol/perrone
14 de Outubro de 2011
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