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Sem vencer há quatro jogos (três empates e uma derrota), o time de Adilson Batista já se mostra preocupado quanto à situação atual que, como se não bastasse, ainda pode piorar neste domingo caso os concorrentes Vasco e Corinthians vençam seus rivais, Internacional e Atlético-GO, respectivamente. Além de ainda poder ser ultrapassado na tabela de classificação por outros dois times: Botafogo e Fluminense, que encaram Bahia e Flamengo. Assim, a cota de tropeços está encerrada. Ao menos no discurso.
“Vamos acompanhar, sim, os jogos deste fim de semana, mas temos de seguir tentando fazer a nossa parte que, inclusive, temos pecado muito. O campeonato está afunilando e, daqui a pouco, seremos obrigados a vencer todas as partidas, algo que é difícil. Temos consciência disso”, lamenta o treinador Adilson Batista, que, em 20 jogos pelo clube, detém um retrospecto apenas razoável. Até aqui, foram sete vitórias, oito empates e cinco derrotas — 48,3% de rendimento.
Por este motivo, até mesmo algo que poderia servir como inspiração para o time já é visto com certa ressalva. Em 2008, quando o São Paulo conseguiu tirar 11 pontos do Grêmio e terminou com o título nacional, na mesma rodada que esta, a 28ª, a equipe figurava na 5ª posição, com 49 pontos (dois a mais que hoje), mas com uma diferença importante. Naquela ocasião, os são-paulinos estavam a quatro pontos dos então líderes, Palmeiras e Grêmio, sendo que, atualmente, está a três do ponteiro Vasco, mas pode terminar o domingo com seis de desvantagem.
“Exemplos positivos nós temos aos montes aqui dentro do clube e, com certeza, essa história do campeonato de 2008 é um prato cheio”, afirma o comandante, deixando claro que, a partir de agora, também tentará motivar seus jogadores pegando como exemplo a fulminante arrancada de três temporadas atrás.
“Todos os nossos jogos daqui para frente são decisivos e nossa intenção é tentar recuperar os pontos desperdiçados para diminuir a diferença para os primeiros colocados”, finaliza o treinador.
Falta alinhar o discurso com a prática