'Tranquilo' no São Paulo, Adilson evita falar sobre passagens por rivais
Fonte Gazeta Esportiva
24 de Setembro de 2011
Adilson Batista chegou ao São Paulo sob a desconfiança de ter fracassado em suas passagens recentes por dois rivais tricolores: Santos e Corinthians. Mostrando-se tranquilo após pouco mais de dois meses no clube, ele prefere focar-se no momento atual e esquecer o mau desempenho tanto na Vila quanto no Parque São Jorge.

Questionado se estava sentindo-se mais à vontade no CCT da Barra Funda, local de sua residência temporária inclusive, ele preferiu desconversar. "Vamos esquecer, vamos pensar aqui, no jogo difícil que a gente tem no domingo", comentou o treinador.
A fase do treinador frente à equipe do Morumbi, no entanto, ainda não pode ser considerada como de 'lua de mel' com os torcedores são-paulinos. Empates em casa diante de times da parte de baixo da tabela, com o Atlético-GO e Atlético-PR fizeram ecoar gritos de 'burro' das arquibancadas.
Outras atitudes, como a relutância em colocar Rivaldo na equipe titular, também provocam a antipatia em relação ao comandante. Adilson, no entanto, diz que se sente tranquilo, preferindo deixar para a diretoria os questionamentos sobre seu desempenho.
"Eu estou tranquilo, fico por aqui, estou me sentindo bem. Agora, qualquer avaliação sobre meu trabalho tem que perguntar para eles (diretoria). Eles que podem dizer se eu estou indo bem ou não", completou.

Questionado se estava sentindo-se mais à vontade no CCT da Barra Funda, local de sua residência temporária inclusive, ele preferiu desconversar. "Vamos esquecer, vamos pensar aqui, no jogo difícil que a gente tem no domingo", comentou o treinador.
A fase do treinador frente à equipe do Morumbi, no entanto, ainda não pode ser considerada como de 'lua de mel' com os torcedores são-paulinos. Empates em casa diante de times da parte de baixo da tabela, com o Atlético-GO e Atlético-PR fizeram ecoar gritos de 'burro' das arquibancadas.
Outras atitudes, como a relutância em colocar Rivaldo na equipe titular, também provocam a antipatia em relação ao comandante. Adilson, no entanto, diz que se sente tranquilo, preferindo deixar para a diretoria os questionamentos sobre seu desempenho.
"Eu estou tranquilo, fico por aqui, estou me sentindo bem. Agora, qualquer avaliação sobre meu trabalho tem que perguntar para eles (diretoria). Eles que podem dizer se eu estou indo bem ou não", completou.
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