A diretoria do São Paulo não topou pagar quanto Adilson Batista queria. Fez uma proposta alternativa, e o treinador aceitou. Colocou no contrato, válido até dezembro de 2011, a cláusula que possibilita a extensão por mais um ano. Seus vencimentos seriam reajustados a partir de janeiro de 2012.
Mas, para isso, o treinador tem que fazer o mínimo que se espera dele: colocar o time na Libertadores. Se fracassar nessa missão, não comemorará o ano novo como técnico da equipe.
É de conhecimento público que Adilson Batista não era a primeira opção dos cartolas. Nem a segunda. Talvez, também não fosse a terceira. Por isso, os dirigentes resolveram se proteger oferecendo um salário melhor apenas se ele agradar nos primeiros meses.
Entre conselheiros, Adilson já é visto como um treinador de tiro curto, que vai segurar por pouco tempo a prancheta tricolor. Principalmente porque a diretoria tem trocado a aposta em trabalhos duradouros, como nos tempos de Muricy Ramalho, por planejamentos imediatistas.
Se sobreviver até dezembro, Adilson Batista terá aumento em 2012
Fonte uol/perrone
17 de Julho de 2011
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