Três jogos depois de marcar seu centésimo gol na carreira, Rogério Ceni viveu um momento antagônico na partida contra o Santa Cruz. O São Paulo vencia por 1 a 0, quando ainda na primeira etapa Dagoberto foi empurrado dentro da área e sofreu pênalti. Era a chance do gol de número 101. Desta vez, Ceni inovou e tentou bater com cavadinha, à la Loco Abreu, mas não teve sucesso. O goleiro Tiago Cardoso levantou a tempo de fazer a defesa.
- Ele fez uma baita defesa, qualquer goleiro cairia, mas ele não caiu. Só peço que não me questionem pelo tipo de cobrança. Assumo a responsabilidade pelo erro, mas treinei para bater dessa maneira – afirmou Ceni.
Habituado a bater quase sempre nos cantos, e com força, Rogério Ceni explicou a mudança em um momento decisivo.
- É preciso variar, se você sempre bate no mesmo canto, fica mais fácil para os goleiros adivinharem. Treinei mais de dez vezes esse tipo de cobrança.Não poderia esperar que em uma decisão o goleiro ficaria no meio do gol – explicou.
Apesar do pênalti perdido na primeira etapa, Ilsinho marcou no segundo tempo e garantiu a classificação do São Paulo às oitavas-de-final da Copa do Brasil, com a vitória por 2 a 0. Na próxima fase, a equipe tricolor enfrenta o Goiás. A ordem dos mandos será decidida por sorteio.
Rogério Ceni explica pênalti perdido com cavadinha: 'É preciso variar'
Goleiro do São Paulo afirma que treinou mais de dez vezes esse tipo de cobrança e que não esperava que goleiro rival ficaria no meio do gol
Fonte Globo Esporte
7 de Abril de 2011
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