O Inter tem ideia do gosto do veneno que o São Paulo pretende aplicar na veia colorada nesta quinta-feira, no segundo jogo das semifinais da Libertadores da América, no Morumbi. E já elaborou a fórmula para amenizá-lo. Ciente de que será pressionado na casa tricolor, o time vermelho se baseia em dois pilares para não passar sufoco: posse de bola e velocidade.
A ideia é aproveitar o bom controle de jogo de atletas como Guiñazu, Tinga e D’Alessandro. E combinar a qualidade deles com a rapidez de Nei, Kleber e, muito especialmente, Taison. Assim, entendem os gaúchos, o trabalho do São Paulo ficará mais bem mais complicado.
- Quando estivermos com a bola no pé, temos qualidade para manter a posse. Quando for para sair no contra-ataque, temos jogadores de muita velocidade – comentou Bolívar, o capitão do Inter.
A meta do lateral-esquerdo Kleber é ver o Inter controlar o tempo do jogo. Para isso, ele quer a bola grudada nos pés vermelhos.
- Sabemos que vamos receber pressão. Eles virão para cima. Pretendemos ter um controle no meio-campo, e também atrás, para fazer com que nosso meio e nosso ataque tenham boa posse de bola e consigam controlar o jogo – afirmou o lateral-esquerdo Kleber.
O Inter joga pelo empate e até por derrota de um gol, a partir do 2 a 1, para ir à final da Libertadores. A bola rola às 21h50m no Morumbi.
Inter arma contraveneno para pressão tricolor: posse e velocidade
Ciente de que vai ser atacado pelo São Paulo, Colorado pretende controlar a bola e sair com rapidez no contra-ataque
Fonte Globo Esporte
5 de Agosto de 2010
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