Um São Paulo precavido chegou ontem, por volta das 19h, a Porto Alegre. Saiu da pista do aeroporto direto para o ônibus. Tentou entrar pela entrada dos fundos do hotel Deville. Mas o ônibus ficou embretado no trajeto e a delegação foi obrigada a caminhar uns 200 metros no frio de 13ºC.
Recém-contratado, o atacante Ricardo Oliveira volta ao São Paulo justamente numa decisão de Libertadores (em 2006, não pôde jogar a final do Beira-Rio). Ainda não tem condições físicas para 90 minutos, mas deve estrear no segundo tempo. Já o goleiro Rogério Ceni afirmou que nunca esqueceu a partida de 2006. Não acharia ruim sair do Beira-Rio com o mesmo placar, um 2 a 2.
– Aquele jogo passa todo dia pela minha cabeça – revelou o são-paulino.
Perguntado sobre se o favoritismo mudou de lado após a Copa, disse não se importar com isso.
– Não faço questão de ser favorito, o que vale é vencer. Em 2006 éramos favoritíssimos, tínhamos um time muito melhor que o do Inter. Agora, o juiz foi lá e expulsou o Josué com cinco minutos, o Edinho deu uma cacetada no Mineiro e ele não deu nada e acabou o favoritismo, o campeonato foi decidido em cinco minutos – concluiu Rogério, com muito boa memória.
Ceni: com 2006 na cabeça
Fonte Zero Hora
28 de Julho de 2010
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