Quando a bola rolar no Morumbi nesta quarta-feira, o são-paulino terá duas lembranças da noite em que goleou o Atlético-PR por 4 a 0 e conquistou o tricampeonato da Libertadores, há exatos cinco anos. A primeira será o capitão Rogério Ceni, único jogador da equipe campeã em 2005 que segue no clube. A outra: Antônio Lopes, técnico do Furacão na época e que fará a sua estreia pelo Avaí, no retorno do Brasileirão.
- Tenho muito orgulho daquela campanha, seria um título inédito para o Atlético-PR e fizemos um ótimo trabalho, vencendo clubes como Santos e Chivas (MEX). Na final, se o primeiro jogo tivesse sido na Arena da Baixada, iríamos com a vantagem para São Paulo. Mas eles trabalharam bem nos bastidores e conseguiram levar para o Beira-Rio - disse ao LANCENET!.
O técnico se refere à mudança de local do primeiro jogo, que terminou com um empate em 1 a 1. O campo da equipe paranaense tinha capacidade para 24.500 espectadores, e a Conmebol exigia 40 mil para abrigar a decisão. Algumas reformas foram feitas, mas a entidade determinou a mudança para o Beira-Rio, em Porto Alegre.
- Ficou a frustração, principalmente porque depois, pelo Brasileirão, enfrentamos o time deles na Arena e metemos 4 a 2. Mas valeu, eles foram competentes e tiveram merecimento. O São Paulo era mesmo um timaço em 2005 - afirmou.
Antônio Lopes tem frustração por título do São Paulo
Técnico acha que veto à Arena da Baixada prejudicou o Furacão
Fonte LANCEPRESS!
14 de Julho de 2010
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