Na Libertadores, às vezes o suor e a garra valem mais do que a inspiração. Que o diga o São Paulo. Nesta quarta-feira, a equipe se mostrou acomodada com a vantagem de poder empatar com o Monterrey para eliminar os mexicanos da competição e sofreu até os 50 minutos do segundo tempo, quando o árbitro argentino Saúl Laverni apitou o final do jogo.
"Foi um sufoco", reconheceu o técnico Ricardo Gomes, que, em princípio, parecia ter armado um time ofensivo, mas depois se rendeu à tentação de garantir o 0 a 0. "No segundo tempo eles vieram correndo mais riscos e foi muito difícil. Não sei se o campo estava muito seco, mas a bola estava muito viva e a gente não tinha o controle do jogo."
Rogério Ceni e a zaga são-paulina foram os destaques da partida. O goleiro fez pelo menos três grandes defesas, uma delas em cabeceio de Val Baiano, e outra nos últimos minutos, quando a pressão mexicana parecia ser insuportável. Não foi, para a felicidade dos brasileiros.
"Tentamos suportar a pressão", contou o zagueiro Alex Silva. "Eles foram para o tudo ou nada. Valeu pela nossa determinação, pela garra e pelos milagres do Rogério."
Com o resultado, o São Paulo garantiu, no mínimo, a segunda colocação do Grupo 2 - o que não assegura vaga na oitavas de final. "Agora ficou tudo para o Morumbi. Já seria assim mesmo se tivéssemos vencido", disse Ricardo Gomes, lembrando do jogo contra o Once Caldas, dia 21 de abril, pela última rodada da chave.
Jogadores do São Paulo exaltam a garra do time
Time sofreu até os 50 minutos do segundo tempo, quando o árbitro argentino Saúl Laverni apitou o final do jogo contra o Monterrey
Fonte IG
1 de Abril de 2010
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