As duas derrotas seguidas no Campeonato Paulista - para Bragantino e Corinthians - marcaram o declínio do São Paulo para a quarta posição e trouxeram um princípio de crise ao Morumbi. O ápice do mau agouro tricolor foi o desabafo público de Cicinho a respeito de sua insatisfação com o técnico Ricardo Gomes. O lateral teria desferido palavrões enquanto se aquecia para entrar em campo no clássico, sob a alegação de não entender o porquê de ter iniciado a partida no banco de reservas.
Na véspera do duelo contra o Monterrey pela Copa Libertadores, no México, o presidente Juvenal Juvêncio prometeu um bate-papo com o elenco sobre as últimas atuações do time e garantiu uma conversa em paralelo com Cicinho, para que este tipo de situação não se repita. "Eles (Juvenal e Cicinho) devem estar conversando muito lá no México. Tudo tem limite. Não podemos esquecer que o Ricardo Gomes é o técnico e tem uma visão de todo o time†, declarou o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes.
Outro representante da cúpula são-paulina irritado com a saia justa é o vice-presidente de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva (Leco). "É uma situação que preocupa. O Cicinho não pode reclamar assim. Não queremos jogador satisfeito no banco de reservas, mas ele deve buscar seu espaço em campo.†
Revolta de Cicinho estressa diretoria do São Paulo
A um dia do jogo contra o Monterrey na Libertadores, Juvenal Juvêncio promete bate-papo com lateral
Fonte Jovem Pan
30 de Março de 2010
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