O São Paulo adotou uma estratégia de cautela na gestão do seu sistema ofensivo ao poupar o centroavante Jonathan Calleri no confronto diante do Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro. O camisa 9 começou no banco de reservas por opção da comissão técnica, em uma decisão diretamente vinculada ao seu cronograma de recuperação física.
Embora apresente evolução nos treinamentos na Barra Funda, o argentino ainda busca atingir o teto de sua condição ideal e foi preservado para evitar qualquer tipo de sobrecarga muscular.
Dorival explica cautela e nega perda de espaço
Em entrevista coletiva após o apito final, o técnico Dorival Júnior deixou claro que a ausência do atacante no time titular não reflete uma mudança hierárquica no elenco, mas sim uma blindagem física necessária:
- Evolução gradual: "O Calleri está fazendo um trabalho de recuperação. Ele vem evoluindo com o passar dos dias e treinamentos. Não quisemos arriscar", justificou o treinador;
- Gestão de riscos: O departamento de futebol optou por não impor uma carga física desnecessária ao atleta, priorizando sua plena reabilitação sem queima de etapas;
- Peça fundamental: A comissão reitera que o argentino continua sendo pilar do ataque para a reta final do ano.
Foco absoluto no Boca Juniors e reavaliação diária
O planejamento do Tricolor leva em consideração o afunilamento do calendário e a proximidade do duelo decisivo contra o Boca Juniors, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana.
Calleri passará por novas avaliações clínicas e físicas nos próximos treinos no CT da Barra Funda para definir sua minutagem na Argentina. O São Paulo trabalha para ter o centroavante 100% pronto para encarar o caldeirão da Bombonera sem correr riscos de uma lesão mais grave.
E você, torcedor são-paulino? Dorival fez certo em poupar Calleri no Brasileirão para tê-lo inteiro contra o Boca Juniors? Deixe sua opinião nos comentários!
