O São Paulo recebeu uma notícia que pode impactar diretamente um dos projetos comerciais mais importantes para os próximos anos. Segundo o jornalista Jorge Nicola, a montadora chinesa BYD desistiu das negociações para adquirir os naming rights do Morumbi, encerrando a possibilidade de assumir o lugar da Mondelēz quando o contrato do atual MorumBIS terminar, no fim de 2026.
A informação ainda não foi confirmada oficialmente pelo clube nem pela empresa, mas representa um duro golpe nas expectativas da torcida, que via na BYD a principal candidata para fechar um acordo milionário e aumentar significativamente as receitas do Tricolor.
BYD era a favorita para fechar acordo
Desde o início de 2026, a BYD aparecia como a empresa mais forte nas negociações com o São Paulo. A expectativa era de que a parceria pudesse render um dos maiores contratos de naming rights do futebol brasileiro.
Segundo apuração publicada anteriormente pelo próprio Jorge Nicola, o clube negociava simultaneamente com quatro empresas: BYD, Banco Inter, Santander e MetLife. A diretoria sonhava em fechar um contrato na casa dos R$ 60 milhões por temporada, superando o valor do acordo atual com a Mondelēz.
Nos bastidores, a possibilidade de o estádio passar a ser chamado de "MorumBYD" chegou a empolgar parte da torcida, principalmente pelo crescimento da montadora chinesa no mercado brasileiro.
Negociação teria sido encerrada
Agora, de acordo com Jorge Nicola, a BYD decidiu abandonar definitivamente as tratativas com o São Paulo. A empresa já havia interrompido as conversas anteriormente, retomando os contatos neste ano, mas as negociações não avançaram até um acordo definitivo.
Nem o São Paulo nem a BYD divulgaram um posicionamento oficial sobre o assunto até o momento.
O que muda para o São Paulo?
Caso a informação seja confirmada, o Tricolor perde justamente a empresa considerada mais forte financeiramente entre as interessadas no projeto.
O contrato com a Mondelēz, responsável pelo nome MorumBIS, continua válido até dezembro de 2026. Isso significa que a diretoria ainda tem alguns meses para encontrar um novo parceiro comercial antes do término do vínculo.
Apesar da saída da BYD, outras empresas já demonstraram interesse pelo projeto nos últimos meses, entre elas Banco Inter, Santander e MetLife, que seguem como possíveis candidatas para assumir os naming rights do estádio.
Receita é considerada estratégica
A venda dos naming rights é tratada internamente como uma das principais oportunidades para aumentar a arrecadação recorrente do clube sem depender exclusivamente da venda de jogadores.
Um contrato de longo prazo poderia representar dezenas de milhões de reais por temporada, fortalecendo o caixa do São Paulo para investimentos em futebol, infraestrutura e redução de dívidas.
Por isso, a eventual saída da BYD representa um revés importante, embora não encerre a busca do clube por um novo parceiro comercial.
Você acredita que o São Paulo conseguirá encontrar uma empresa ainda maior para assumir os naming rights do Morumbi após a saída da BYD?
Os caras patrocina o palmeiras e desde de quando a leila iria deixar isso acontecer
Tudo é demorado, nebuloso, a BYD ja ta consolidada no mercado, tinha que ter fechado na hype, os caras estao muito forte no mercado, ai soma a essa bagunça que os chineses devem ver que nao sabem nem com quem negociar e assinar o acordo, desistiram e com razao