Com o período de folga da equipe se estendendo até 17 de junho, o São Paulo iniciou as articulações para a próxima janela de transferências, focando em reforços que atendam as demandas do técnico Dorival Júnior. A estruturação da equipe para a continuidade da temporada está em pauta, considerando as limitações orçamentárias do clube, que exigem uma abordagem estratégica no mercado.
A defesa é uma das prioridades, especialmente após as recentes saídas de Dória e a situação de Arboleda, que não deve retornar ao grupo principal. Apesar de haver opções na base, a diretoria acredita que um ou dois zagueiros experientes são imprescindíveis para fortalecer o setor defensivo.
Entre os nomes em análise, Gustavo Mancha se destaca. Sua possível inclusão no elenco foi objeto de uma aproximação formal, embora ainda não tenha ocorrido uma proposta definitiva. Além disso, há uma busca por um meio-campista, sendo Newton um dos atletas avaliados, sem que uma oferta oficial tenha sido feita até este momento.
Nesse contexto, Victor Sá, atacante do Krassnodar, na Rússia, emerge como uma opção viável. Com contrato se encerrando no final de junho, ele se tornaria uma adição sem custos de transferência, o que se alinha à política de recrutamento do clube. A proposta apresentada ao jogador envolve um salário que respeita a realidade financeira do São Paulo e um compromisso por três temporadas.
As saídas de jogadores também são consideradas. O nome de Cedric Soares é um dos que podem ser negociados, dada a sua diminuição de espaço no elenco após o surgimento de novas opções na lateral direita. Contudo, até o momento, não há propostas concretas e a situação de Arboleda segue sendo avaliada com cautela.
A gestão financeira do São Paulo continua sendo um ponto crítico, refletindo no planejamento para o mercado. O clube não deve realizar investimentos significativos na aquisição de novos atletas, preferindo explorar jogadores disponíveis por empréstimo ou em condição de liberdade. Essa estratégia foi reforçada na janela anterior, evidenciando a necessidade de prudência nas movimentações financeiras.