O Tricolor inicia o ano com Luciano, Calleri, Rigoni, Nikão, Éder, Juan e Pablo como opções para compor o ataque. Rogério Ceni, por sua vez, não esconde o desejo de contar com três atacantes no time, dois pelos lados de campo e um mais centralizado, como homem de referência.
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Fato é que o São Paulo não contratou atletas que se destacam pela velocidade e pelos dribles, dificultando o trabalho de Rogério Ceni, que teve sucesso no Fortaleza e no Flamengo jogando com pontas rápidos.
Por isso, o comandante tricolor terá de aproveitar a curta pré-temporada da equipe para fazer ajustes na equipe e encaixar suas ideias com as características de seus atletas. Nikão, por exemplo, acabou de ser contratado, mas figura como ameaça para alguns remanescentes já consolidados.
De todos os atacantes, Calleri é quem corre menos risco, já que o único atleta do elenco que também se acostumou a atuar como “camisa 9”, mais fixo dentro da área, foi Pablo, fora dos planos da comissão técnica para 2022.
Nikão, que foi companheiro de Pablo no Athletico-PR, costuma sair mais da área, caindo para os lados do campo e contribuindo também na armação das jogadas. Justamente por isso, Luciano e Rigoni devem ser dois de seus concorrentes diretos, já que possuem características bastante semelhantes.
Há ainda outros nomes que tentam dar a volta por cima ou se consolidar como profissional. Éder, assim como Pablo, não está nos planos da diretoria para 2022, mas pretende permanecer para fazer valer o investimento do clube em sua contratação. Já Juan dá seus primeiros passos como jogador profissional e sonha em ser mais um jovem revelado em Cotia a vingar no time de cima.
Ataque, concorrido, São Paulo, temporada, 2022
No meu time joga Luciano armando, Nikao na direita, Calleri de centroavante e Rigoni na esquerda, com esses quatro em campo difilmente não sairá gols.