O “Kelvin”, nome dado ao sistema, se conecta a um scanner que captura imagens de ondas de calor do corpo dos atletas por meio de raios infravermelho. Deste modo, será possível descobrir e prever alterações que podem gerar lesões graves no futuro com a verificação periódica das temperaturas dos tecidos musculares dos atletas.
Segundo Jhonata Emerick, fundador da RadSquare, o scanner promete avaliações muito mais rápidas que o tradicional infravermelho, usado na maioria das agremiações. O atleta seria escaneado antes dos treinos, com resiltados quase que imediatos. Com base nos laudos, preparadores, fisiologistas, médicos e treinadores saberão a melhor forma de diagnístico.
E o São Paulo com isso? Altamiro Bottino, coordenador científico do Tricolor, revelou ao Portal R7 que o clube está em negociações com a empresa e poderá usar a partir deste mês. Um dos maiores problemas no ano do elenco são as múltiplas lesões e o período de recuperação dos atletas.
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