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“Chegou um tempo, que foi logo depois do jogo contra o Palmeiras, com uma conversa entre nós, todo mundo muito franco, todos falaram o que pensavam. Ou a gente tinha uma melhora de atitude, se não, não ia melhorar”, disse, em entrevista ao “Sportv”.
“Estava o (interino Vagner) Mancini, o Cuca já contratado, mas podia contratar o Guardiola, o Mourinho... Se algumas coisas não partissem das nossas atitudes, não ia melhorar nunca. Foi um momento crucial para nossa retomada”, complementou.
Naquela ocasião, o São Paulo corria risco de não se classificar. A vaga foi confirmada após empate contra o São Caetano, mas com a equipe não jogando bem. Em seguida, duas vitórias no mata-mata contra o Ituano levantaram o ânimo do time, que bateu o Palmeiras nos pênaltis nas semis.
“Sabíamos que não estávamos desempenhando o nosso melhor papel, e isso incomodava muito a gente. Havia pessoas sendo crucificadas, como foi com o (ex-técnico André) Jardine, mas muito se devia ao que estávamos fazendo. No futebol, é fácil. Quando não dá certo, o primeiro a sofrer as consequências é o treinador. Nós, como jogadores, também temos que assumir a responsabilidade.”
Contra o Palmeiras, o São Paulo segurou dois empates em 0 a 0 e conseguiu a vaga na decisão nas cobranças de pênaltis, domingo, no Allianz Parque, com Volpi defendendo duas cobranças.
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