No entanto, de acordo com o ?Globoesporte, a estratégia de mercado da cúpula de futebol são-paulina será bem distinta daquela emplacada no início do ano, quando o clube se posicionou agressivamente na janela de transferências e consolidou contratações de renome como Pablo e Hernanes, gastando aproximadamente R$ 45 milhões.
Sem dinheiro para investir alto, o Tricolor Paulista buscará trocas, jogadores em fim de contrato ou acertos via empréstimo, negociações de baixo ou zero custo. Ao liberar Diego Souza ao Botafogo, o clube abriu boa brecha em sua folha salarial mensal, permitindo que o clube busque novos reforços sem extrapolar o que tinha de gasto anterior previsto.
As duas primeiras investidas do São Paulo respeitando este novo perfil de mercado não foram bem sucedidas, mas os dois nomes seguem em pauta nos bastidores do clube: Keno e Tchê Tchê, ?ambos ex-?Palmeiras, foram tentados via empréstimo, mas seus respectivos clubes descartaram este modelo de negociação.
Internamente, o clube deposita ficha altas na janela do meio do ano como 'divisor de águas' para a recuperação financeira do clube. Isso porque o lateral Éder Militão está na mira do Real Madrid, transferência que pode ?movimentar cifras altíssimas e impulsionar os cofres tricolores, já que como clube formador, o São Paulo ainda detém 13,5% de seu passe.
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