Veja jogadores que o São Paulo pagou caro para logo se livrar: Ricardinho, Centurión, Pratto e Cañete

Fonte ESPN
O São Paulo tem a fama de ser um clube que sabe vender bem seus jogadores e bons exemplos não faltam, como David Neres (R$ 50,7 milhões pagos pelo Ajax, em 2017) e Éder Militão (R$ 17,3 milhões para o Porto, em 2018), mas a agremiação do Morumbi também tem outra atribuição. Paga caro em reforços e desiste cedo deles.

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O meia-atacante Diego Souza, que pode deixar o clube nesta quinta-feira numa negociação com o Botafogo, é o exemplo mais próximo do que foi descrito acima. Ele custou R$ 10 milhões ano passado, vindo do Sport, e já está se despedindo.
A história do São Paulo tem outros exemplos até mais impactantes.
O meia Ricardinho, que atualmente é comentarista da SporTV, é o mais emblemático. O clube do Morumbi tirou o jogador do Corinthians em 2002 pagando a multa de R$ 6 milhões. Há 17 anos, essa quantia era incomum no futebol.
O jogador deixou os corintianos revoltados com a troca de lar e tentou justificar sua saída alegando que estava diante de uma "proposta irrecusável". De fato, recebeu salários de R$ 300 mil mensais -outra cifra incomum para a época.
Mas Ricardinho não deu frutos ao São Paulo. Se no Corinthians ele tinha levantado sete taças em cinco anos, no Morumbi ele ficou duas temporadas e meia e não foi campeão. Deixou o clube bem desgastado.
Acabou contratado pelo Middlesbrough em 2004 por quantia pouco maior do que o São Paulo gastou.
Em tempos mais recentes, mais precisamente em 2011, o São Paulo também investiu pesado no meia Marcelo Cañete, então com 21 anos. Pagou 2,1 milhões de euros (o que hoje corresponderia a quase R$ 9 milhões, embora na época tenha sido pouco mais da metade desse valor) ao Boca Juniors.
Se tinha vindo ao Morumbi como a grande promessa sul-americana, a saída foi um fracasso. Não se adaptou no time. E a paciência dos técnicos foi curta. Chegou a treinar separado do grupo. Depois foi emprestado para equipes menores (Portuguesa, Náutico e São Bernardo). Por fim, acabou rescindindo o contrato em 2015 e foi para o CRB.
Hoje, aos 28 anos, está no modesto Deportivo Capiatá, do Paraguai.
Outro caso famoso foi o da contratação de Ricardo Centurión, do Racing, em 2015.
Muitos falavam ser um jovem talento argentino, e o clube tricolor pagou 4,2 milhões de euros (hoje, algo em torno de R$ 18 milhões) pelo atacante. Ele não engrenou aqui. Em 80 partidas em duas temporadas, fez apenas oito gols.
Sem paciência, inclusive para os problemas extra-campo do argentino,, o São Paulo acabou emprestando o atacante ao Boca Junior e depois o vendeu para o Genoa em 2017, fazendo até um belo negócio. Recebeu 3,5 milhões de euros (hoje o equivalente a R$ 15 milhões) por um jogador em baixa.
Outros casos nessas duas últimas décadas que valem ser lembrados são do meia Jadson, vindo do Shakhtar Donetsk por R$ 8,6 milhões, em 2012. Saiu emprestado para o Corinthians, em 2014 (negócio que trouxe Pato ao Morumbi).
Ganso também chegou em 2012 por R$ 23,9 milhões pagos ao Santos. Ganhou a Copa Sul-Americana mal entrando em campo (dois jogos). Saiu em 2016 vendido ao Sevilla por alta cifra: R$ 34,4 milhões.
Também teve o zagueiro Maicon, que veio do Porto por empréstimo em 2016 e depois foi comprado por R$ 22 milhões na época. Mas, depois da compra, ele não conseguiu mais agradar e foi embora no ano seguinte para o Galatasaray.
O último exemplo é Lucas Pratto, mas aqui a história fica a favor do São Paulo. Após um bom ano defendendo o clube, o atacante cedeu ao interesse do River Plate e, em acordo com a diretoria, foi negociado.

O São Paulo vendeu por pouco mais de 6 milhões de euros (o que hoje significa R$ 26 milhões). Ainda lucrou um bônus com a conquista da Libertadores pelo clube platense. Mas a sensação que muitos torcedores tiveram é que teria sido melhor tem convencido o atacante a ficar e ter prosperado com ele em campo.
Pratto fez falta ao time. No lugar dele, o clube contratou Diego Souza. E a história agora se repete...
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