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Os torcedores "comuns", principalmente os que estavam na arquibancada laranja, quebraram o silêncio de protesto da organizada em alguns momentos. Antes de a bola rolar, gritaram o nome da pequena Larissa, torcedora de sete anos que luta contra um câncer no cérebro, virou símbolo da conquista da Copinha em janeiro e acompanhou Antony na entrada em campo antes de comemorar seu aniversário no buffet infantil do estádio.
A Larissa está aqui vendo tudo de pertinho. Qual jogador será que vai entrar em campo com ela? ??#VamosSãoPaulo ???? pic.twitter.com/giGpWv0nRT
— São Paulo FC (@SaoPauloFC) 24 de fevereiro de 2019
A saída de Reinaldo, que se lesionou logo aos 11 minutos de jogo, também movimentou os são-paulinos. Vários xingaram o lateral-esquerdo - que já havia sido alvo do protesto do lado de fora - enquanto ele se dirigia para o vestiário. Já Gonzalo Carneiro, expulso antes da metade do primeiro tempo após uma entrada dura no campo de ataque do Tricolor, recebeu surpreendentes aplausos de alguns torcedores.
Julio Cesar, goleiro do Red Bull, foi provocado em uma falta a favor do São Paulo. Os torcedores gritaram o nome de Rogério Ceni, que marcou sobre o ex-corintiano, em 2011, o centésimo gol de sua carreira.
Um pouco do clima silencioso deste primeiro tempo no Morumbi. #lanceMORUMBI pic.twitter.com/IUn47P8gNO
— Fellipe Lucena (@fellucena) 24 de fevereiro de 2019
A Independente seguiu calada, mas os demais são-paulinos vaiaram a equipe no intervalo e após a partida. Os únicos aplausos do segundo tempo foram ouvidos quando Rafael Carioca, lateral-esquerdo do Red Bull, deixou o gramado de ambulância após um choque de cabeça com Igor Vinícius.
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Quando o jogo acabou, um grupo de torcedores se juntou na arquibancada amarela para gritar "time sem vergonha" e "Leco, c..., pede demissão".
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