Esse cenário é considerado o ideal para a realidade de tricolores e santistas, já que pagar a multa rescisória é algo inatingível e o Tianjin considerou baixas todas as propostas recebidas para vender Pato desde o fim de 2018. Se o astro ficar livre, será necessário "apenas" negociar luvas, salário e tempo de contrato diretamente com os representantes do atleta.
O Tianjin passa por dificuldades nos bastidores e teve até de trocar de nome - chamava Tianjin Quanjian - depois que um dos antigos proprietários foi preso. Ainda não há nenhuma indicação dos rumos do clube, exatamente o que fez Pato considerar antecipar a volta ao futebol brasileiro.
A ideia inicial do atacante de 29 anos era ficar até o fim de 2019 na China e sair livre para assinar com uma equipe do Brasil. O São Paulo sempre foi tratado como prioridade, com menções também ao Internacional por ter sido revelado pelos gaúchos. Agora, o Santos aparece com o técnico Jorge Sampaoli como atrativo e o estafe não vê mais um favorito para fechar com Pato.
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Conseguir a liberação dos chineses não é simples, mas já é vista como uma tarefa bem menos complexa do que era na virada de ano. Pato aproveitou as comemorações do ano novo chinês para viajar a São Paulo e mantém contato com pessoas ligadas ao Tricolor, além de ter recebido uma ligação de Sampaoli pelos santistas.
Nos últimos meses, o atacante também manteve conversas com ex-companheiros do time do Morumbi. O amigo mais próximo é Hudson, que ouviu pedidos para a diretoria fazer esforços para repatriá-lo. O São Paulo disse que gostaria de contar com Pato, mas que em janeiro não seria possível pagar pela transação e que voltaria a falar no tema em caso de liberação na China.
Alexandre Pato, Mercado da bola, Tricolor