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Não é ficar em cima do muro, mas todos os três investiram pesado, até mais do que se esperava. O ?Palmeiras já vem com um grupo fortíssimo há um bom tempo, mas não deixou de ir em busca de revelações (Zé Rafael, Arthur Cabral e Matheus Fernandes) e de concretizar um antigo sonho (Ricardo Goulart). Se antes já era favorito a tudo, agora então nem se fala. Alexandre Mattos e companhia, mais uma vez, agiram com sabedoria.

No ?São Paulo, não se poupou dinheiro para contratar duas peças consideradas fundamentais para a retomada do caminho das vitórias. Hernanes e Pablo chegam como as "cerejas do bolo" de um grupo que também ganhou, por exemplo, o lateral-esquerdo Léo Pelé, o goleiro Tiago Volpi (que deve ser fixado como titular) e o meio-campo Willian Farias. Sim, o time e o elenco se fortaleceram, dessa vez com nomes que dificilmente darão resposta negativa. Do trio o ?Corinthians era o que mais precisava de novos atletas. E eles vieram em abundância. Manoel, Richard, Ramiro, Sornoza, Mauro Boselli, Vagner Love e, talvez, Guilherme Arana. Sim, o Timão muda da água para o vinho, e o trabalho de Fábio Carille tem tudo para dar bons frutos.

E o pior é que eu escrevi, escrevi e não disse qual deles teve as melhores sacadas até aqui. Mas vou dizer: para o meu gosto, o São Paulo foi mais cirúrgico. Agiu exatamente em funções que necessitava de jogadores de primeiro nível. Isso não o deixa à frente do rival Palmeiras em termos de qualidade, nada disso, mas o coloca bem acima do que estava em 2018. Mas olho aberto com o Alvinegro. Afinal, ele costuma surpreender quando menos se espera.
São Paulo, Janela de Transferência, Tricolor