“Foi uma decisão emocionante, com jogadores de verdade. Na época tinha o Valdir Bigode lá, e nós também tínhamos um time fantástico. Só que infelizmente, a gente perdeu nos pênaltis”, afirmou o ex-jogador.
Pavão ainda fez questão de comentar que era ele quem tinha que cobrar o pênalti ao invés de Mona, que desperdiçou a penalidade. Na ocasião, o volante era um dos principais jogadores do time apelidado de Expressinho. O ex-atleta aproveitou a ocasião para recordar o título no ano seguinte em cima do Corinthians, na Copinha.
“Eu tinha que bater o pênalti no lugar do Mona, ele bateu no meu lugar, não fez. Pênalti é aquele negócio, mas foi um jogaço de bola, igual a final de 93 em cima do Corinthians que a gente ganhou”, disse.
Por fim, elogiou o atual time do Tricolor, acreditando nos jogadores, querendo que a garotada tenha uma oportunidade entre os profissionais e não escondeu a torcida pelo São Paulo.
“O time atual é muito bom. Tem um lateral bom, volante bom. Estou vendo esses moleques, e torcendo para eles terem uma oportunidade no profissional. Então, espero que o Tricolor seja campeão, estarei torcendo. Os meninos devem estar ansiosos, ansiedade da família também se for campeão, a oportunidade no profissional aumenta”, finalizou.
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