Até o momento, não houve a formalização de nenhuma proposta, embora a existência de sondagens por parte de Milan e Roma, da Itália. Aos 25 anos, está cada vez mais claro que o atleta deseja “respirar novos ares”. E, embora a preferência pelos mercados do exterior, não está descartado até mesmo que aconteça um repasse, por empréstimo, a um outro clube do futebol brasileiro. Para que isso aconteça, por óbvio, é preciso que nada de interessante surja do exterior - vale lembrar que o profissional possui passaporte europeu, o que facilita uma transferência pelo fato de não ocupar uma vaga de estrangeiro dentro do plantel.
Rodrigo Caio expondo sua insatisfação no São Paulo. Vamos combinar: desde o episódio do fairplay com o Jô, no Paulista do ano passado, o ambiente pro zagueiro no clube não é mais o mesmo. "Fritaram" o cara!
— Na Entrelinha (@NaEntrelinha) 5 de dezembro de 2018
Por conta do histórico de Rodrigo Caio, embora as últimas declarações dando conta de que perdeu um pouco de sua paixão pelo São Paulo, a direção está disposta a ajudar em uma eventual negociação. Raí, atual executivo de futebol, conversou com Leonardo, que trabalha no Milan, sobre as qualidades do defensor - a equipe italiana está atrás de um nome para esta função. Se no passado o clube não abriu mão da multa rescisória (18 milhões de euros) para se desfazer do zagueiro, desta vez a situação deve ser um pouco diferente. Afinal, ele perdeu o status de “atleta de seleção brasileira” e deixa transparecer, ao menos nas entrelinhas, que seu objetivo é buscar uma outra casa para atuar em 2019.
Nunca tinha parado para pensar nisso. Mas o que falta no São Paulo, depois de pensar profundamente em tudo o que disse Rodrigo Caio, é Recursos Humanos, estruturado, para agir no futebol. É evidente que a diretoria de futebol não tem sabido agir com pessoas. Tem que focar aí.
— Massa Soberana Oficial (@SoberanaMassa) 5 de dezembro de 2018
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